Inauguração do Foro do Brasil Indígena
No dia 9 de janeiro de 2026, Padre Kelmon, fundador do Foro do Brasil e ex-candidato à presidência em 2022, lançou oficialmente o Foro do Brasil Indígena na aldeia Olhos d’ Água, pertencente à etnia Guajajara, localizada em Amarante do Maranhão. O evento foi realizado na propriedade do Cacique Ubirajara, que também foi empossado como presidente do novo foro.
Durante a cerimônia, Padre Kelmon aproveitou a ocasião para compartilhar sua mensagem religiosa com a comunidade, batizando 30 indígenas e promovendo a realização de oito casamentos na aldeia. Como Monsenhor da Igreja Ortodoxa, ele busca não apenas a espiritualidade, mas também um envolvimento ativo nas questões políticas que afetam essas populações.
Apoio Político e Visitas Importantes
Além de suas atividades religiosas, o padre recebeu a visita da vereadora Flávia Berthier (PL), representante da capital maranhense, São Luís. Na ocasião, ela foi empossada como presidente do Foro do Brasil no estado, fortalecendo a conexão entre política e comunidades indígenas. A presença da vereadora destaca o interesse das autoridades em apoiar iniciativas voltadas para a realidade dessas populações.
Essa visita faz parte de uma série de compromissos políticos e religiosos de Padre Kelmon na região Nordeste. Após viajar 1.700 km de carro desde João Pessoa, na Paraíba, ele chegou a Amarante do Maranhão, que está a aproximadamente 690 km de São Luís. O esforço do padre ressalta seu compromisso com as comunidades, que muitas vezes são deixadas à margem nas discussões políticas.
O Papel de Padre Kelmon nas Comunidades Indígenas
A atuação de Padre Kelmon nas aldeias, promovendo a união entre a fé e a política, revela uma abordagem que busca atender às necessidades das comunidades indígenas. Sua missão inclui não apenas a assistência espiritual, mas também a busca por direitos e reconhecimento. Os indígenas da região veem nesse tipo de apoio uma oportunidade de fazer suas vozes serem ouvidas.
A iniciativa de criar o Foro do Brasil Indígena é um passo importante para a valorização das culturas e tradições dos povos indígenas. Em um país onde a diversidade é tão rica, mas frequentemente ignorada, ações como essa ajudam a fortalecer a identidade e a luta pelas reivindicações históricas das etnias.
Com a aproximação de figuras políticas, como a vereadora Flávia Berthier, é possível que novas oportunidades surjam para essas comunidades, trazendo melhorias em áreas como saúde, educação e infraestrutura. A esperança é que o lançamento do foro inspire outras ações semelhantes em prol dos direitos dos indígenas, promovendo um ambiente mais justo e inclusivo no Brasil.
