Evento Marca a Criação do Foro do Brasil Indígena
No dia 9 de janeiro de 2026, Padre Kelmon, idealizador do Foro do Brasil e ex-candidato à presidência, deu um passo significativo para a comunidade indígena ao lançar o Foro do Brasil Indígena na aldeia Olhos d’Água, pertencente à etnia Guajajara, localizada em Amarante do Maranhão. O evento, que ocorreu na propriedade do cacique Ubirajara, presidente recentemente empossado do novo foro, foi uma oportunidade única para promover a união e fortalecer a voz das comunidades indígenas.
Durante a cerimônia, Padre Kelmon, que atua como Monsenhor da Igreja Ortodoxa, utilizou a ocasião para compartilhar a mensagem do evangelho com os presentes. Além de realizar o batismo de 30 indígenas, ele também organizou a celebração de 8 casamentos na aldeia, um gesto que reforça o compromisso do religioso com as tradições e valores da comunidade. Essa atuação pastoral, que combina fé e política, tem sido um dos pilares da missão do Padre Kelmon em áreas mais distantes do país.
Visita de Flávia Berthier Fortalece Laços Políticos
A visita do Padre à aldeia também contou com a presença da vereadora de São Luís, Flávia Berthier, do PL, que foi empossada como presidente do Foro do Brasil no estado do Maranhão. A interação entre Kelmon e Berthier simboliza uma aliança entre a política e a religião, buscando trazer melhorias e representatividade para as comunidades indígenas no estado.
A agenda política e religiosa que motivou a visita do Padre Kelmon ao Nordeste incluiu uma jornada de 1.700 km de carro, partindo de João Pessoa, na Paraíba, até Amarante, no Maranhão, que fica a cerca de 690 km da capital maranhense. Esse trajeto, que demonstra o comprometimento do religioso com as questões indígenas, evidencia a necessidade de uma voz forte em prol dos direitos dos povos originários no Brasil.
Foro do Brasil Indígena: Uma Nova Esperança para as Comunidades
A criação do Foro do Brasil Indígena representa uma nova esperança para as comunidades Guajajara e outras etnias que buscam reivindicar seus direitos e fortalecer seus laços sociais e culturais. Essa iniciativa surge em um momento crucial, onde os povos indígenas enfrentam uma série de desafios, incluindo a preservação de suas terras e culturas em meio à crescente pressão do agronegócio e da exploração de recursos naturais.
Com uma abordagem que alia fé e um compromisso político claro, Padre Kelmon e sua equipe esperam que o foro sirva como uma plataforma para discutir e implementar políticas que atendam às necessidades e aspirações das comunidades indígenas. Essa união de esforços pode ser fundamental para garantir que as vozes dos Guajajara e de outras etnias sejam ouvidas em esferas onde muitas vezes são marginalizadas.
O lançamento do Foro do Brasil Indígena na aldeia Olhos d’Água não é apenas um marco para as comunidades locais, mas também uma mensagem poderosa sobre a importância da inclusão e da luta por direitos em um país que ainda enfrenta profundas desigualdades sociais e culturais. O caminho à frente, sem dúvida, será desafiador, mas com o apoio de líderes comunitários e políticos engajados, a esperança é de um futuro mais justo e igualitário.
