Destaques do Cinema Brasileiro
No cenário cinematográfico de 2025, algumas produções nacionais se destacaram entre as preferências do público e da crítica. Entre elas, “Oeste Outra Vez”, de Érico Rassi, tem conquistado corações e mentes com sua narrativa envolvente. Outro filme que vem ganhando destaque é “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que mistura um enredo instigante com performances excepcionais.
Seguindo a lista, temos “Baby” de Marcelo Caetano, um filme que promete emocionar pela sua sensibilidade. “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo, traz uma visão poética da vida, enquanto “Aos Pedaços”, de Ruy Guerra, leva o espectador a reflexões profundas sobre a condição humana.
Além destes, “Manas”, de Marianna Brennand, e “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, também figuram entre as escolhas de 2025, mostrando a força da nova geração de cineastas brasileiros. Outras obras notáveis incluem “Suçuarana” de Clarissa Campolina e Sérgio Borges, e “Apocalipse nos Trópicos” de Petra Costa, que exploram temáticas contemporâneas de forma impactante.
Filmes como “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, e “Rejeito”, de Pedro de Filippis, continuam a desafiar o espectador, enquanto “A Praia do Fim do Mundo”, de Petrus Cariry, oferece uma experiência visual marcante. “Luiz Melodia – No Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, é uma homenagem à música brasileira, enquanto “Ainda Não É Amanhã”, de Milena Times, aborda questões atuais com sensibilidade.
Para completar a lista, “O Capitão Astúcia”, de Filipe Gontijo, traz um toque de humor, enquanto “3 Obás de Xangô”, de Sérgio Machado, e “Homem com H”, de Esmir Filho, oferecem narrativas únicas. “A Batalha da Rua Maria Antônia”, de Vera Egito, e “Os Enforcados”, de Fernando Coimbra, continuam a desafiar as convenções do cinema, e “Os Sapos”, de Clara Linhart, encerra a lista com uma proposta inovadora.
Destaques do Cinema Internacional
No panorama internacional, 2025 também trouxe obras que se destacaram globalmente. “Misericórdia” de Alain Guiraudie é um filme que desafia as normas, enquanto “Valor Sentimental”, de Joachim Trier, explora as complexidades das relações humanas. A produção “Cloud”, de Kiyoshi Kurosawa, impressiona pela sua estética única e narrativa intrigante.
“Grand Tour”, de Miguel Gomes, é outra obra que merece atenção, assim como “Pecadores”, de Ryan Coogler, que traz uma crítica social poderosa. “A Vizinha Perfeita”, de Geeta Gandbhir, e “Amanda”, de Carolina Cavalli, também figuram entre as melhores do ano, oferecendo experiências emocionais ricas.
Com um olhar sobre a diversidade cultural, “Levados pelas Marés”, de Jia Zhangke, e “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, exploram a complexidade da condição humana em contextos distintos. “Chainsaw Man – O Arco de Reza”, de Tatsuya Yoshihara, e “Predadores”, de David Osit, mexem com o imaginário popular de forma inovadora.
Filmes como “Sem Chão”, de Basel Adra, Hamdan Ballal, Yuval Abraham e Rachel Szor, e “Flow”, de Gints Zilbalodis, oferecem visões poéticas e únicas. “Seymour Hersh: Em Busca da Verdade”, de Mark Obenhaus e Laura Poitras, e “Totto-chan: A Menina da Janela”, de Shinnosuke Yakuwa, são obras que merecem ser reconhecidas.
A lista se completa com “As Aventuras de uma Francesa na Coreia”, de Hong Sang-soo, e “Conclave”, de Edward Berger, que misturam humor e crítica social. “A Colheita”, de Athina Rachel Tsangari, e “Trilha Sonora para um Golpe de Estado”, de Johan Grimonprez, abordam questões contemporâneas com um olhar perspicaz, enquanto “Sorry, Baby”, de Eva Victor, encerra a seleção de forma leve e divertida.
