Iniciativas que Transformam o SUS
Em 2025, o Ministério da Saúde implementou uma significativa expansão no acesso ao atendimento especializado dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio do programa Agora Tem Especialistas. Este programa inovador contempla diversas ações estruturais, como a oferta universal de radioterapia para o tratamento de câncer em todos os estados brasileiros. Além disso, tem sido um motor de fortalecimento da rede de oncologia, promovendo a introdução de novos medicamentos e aumentando a disponibilidade de exames especializados, resultando em um atendimento mais ágil e eficiente em diferentes regiões do país.
A fim de alcançar localidades que apresentam menor oferta de serviços de saúde, o programa adota estratégias como o atendimento itinerante, utilizando carretas de saúde. Atualmente, 41 unidades móveis operam em todas as regiões do Brasil. Esse número deve crescer até o fim de 2026, levando consultas, exames e procedimentos especializados a populações urbanas, rurais, indígenas e ribeirinhas, que muitas vezes enfrentam barreiras significativas para o acesso à saúde.
Atendimento Especializado Mais Próximo da Comunidade
As ações do programa também incluem a realização de mutirões de saúde e o fortalecimento da rede hospitalar, em parceria com instituições da rede privada. Um exemplo que ilustra esse impacto é a atuação do líder indígena Eládio Kokama, que recentemente passou por uma cirurgia oftalmológica durante um mutirão organizado na sua região em Tabatinga, no Amazonas. Além disso, no estado do Rio de Janeiro, a paciente oncológica Tânia Aparecida teve sua jornada de tratamento acelerada no Instituto Nacional de Câncer (Inca), um centro de referência que integra a rede pública especializada.
No que diz respeito à saúde da mulher, o programa tem desempenhado um papel fundamental na ampliação do acesso a exames preventivos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, impressionantes 93,1% das mulheres realizaram mamografias em 2025. Esse resultado positivo está diretamente ligado à expansão da rede de exames e à descentralização do atendimento especializado, promovendo, assim, uma maior cobertura e proteção à saúde feminina no Brasil.
